31 de agosto de 2011

lembranças de um amor condenado a morte ...




Hoje eu sei que o que eu sentia era real e mesmo que tudo aquilo fosse desprezado eu sentia de verdade, não era loucura, não era apenas coisa da minha cabeça. Como um prisioneiro esse sentimento ficou guardado dentro do meu coração, até ser julgado e condenado à pena de morte.  Mais um sentimento morreu dentro de mim, com direito a velório e tudo, fiquei de luto por alguns dias, mas com o tempo foi superado e restaram apenas lembranças. Tem males que vem para bem, não se poida amar sozinha e o tempo fez questão de mostrar que o importante não era sentir, mas sim viver o amor. E se esse amor não vive, só machuca o melhor foi sacrifica-lo para deixar que o sofrimento pegasse os seu caminho e fosse embora, pra bem longe e me deixasse ser feliz. Essas são apenas lembranças de um amor condenado a morte.  
 bgz, Mari Leal

2 comentários:

  1. Olá estou seguindo aqui.
    Amei a criatividade do blog, o nome e o conteudo.
    Segue o meu também?

    http://maniasdadiva.blogspot.com/

    bjos e obrigada.

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  2. Oooolá!
    É por isso que eu não me apaixono nem nada do tipo. Só dá dor de cabeça e depois você ainda fica mal quando acaba.
    Bjs!

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